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Sete anos de Bassemotion
Na próxima terça (01.11), a Bassemotion, com status de maior núcleo de drum’n'bass e breakbeat do norte do Brasil, comemora sete anos. A comemoração é dedicada a todos que fizeram parte desta história e acontece no Studio Pub, a partir das 22h.
Sempre cuidadosos com a qualidade e originalidade do projeto, o núcleo foi responsável por trazer nomes como Pendulum, Marky, Xerxes e Chris DB a se apresentarem na cidade.
As noites de quarta também eram aguardadas pelos fãs do núcleo, que se encontravam para dançar, beber e botar o papo em dia no saudoso/extinto bar Lithium, que funcionava ali na Quintino. Quem foi, lembra. É bem provável que muitos ainda tenham guardado o flyer da festa de dois anos. Eu tenho o meu.
A partir de2006, aBassemotion começou a fazer edições de grande sucessoem São Paulo, no Club Afrospot.
Pra celebrar tudo isso, os DJs Gio, Emir, Henrique Bueno, Bernardo Pinheiro, Robin e Coyote vão mandar os clássicos daquela época e novidades na festa.
A Bassemotion era formada originalmente pelos amigos Greg (Marcelo Batista), Giovanni Bitencourt, Bené (Benedicto Holanda), Killex (Alessandro Bahia), Rodrigo Sade e Bernardo, para quem fizemos sete perguntas sobre esses sete anos.
Sete anos de Bassemotion…Muita música passou por debaixo dessas agulhas, né? O que representa os sete anos da Bassemotion para você?
Muitas músicas mesmo. A Bassemotion representa uma coisa muito boa. Além de marcar muito uma fase da minha vida, em todos os sentidos, musicalmente, amizades, viagens, festas, fomos responsáveis em esquentar a cena local e de São Paulo passando a cultura, conceito do drum’n'bass e trazendo DJs conhecidos internacionalmente, o que fez a gente ganhar um enorme respeito dentro da cena brasileira. Então por isso que a Bassemotion significa muito pra mim, pelo reconhecimento do nosso trabalho.
Qual tu achas que foi a grande contribuição do Bassemotion para a noite da cidade nesse tempo?
Música boa, sem dúvida.
Qual a melhor edição/festa desses sete anos? E as de maior repercussão?
Não tem a melhor, mas vou citar algumas. Nossa primeira festa grande lá no “Pesque e Pague” com o ChrisDB foi especial. A vibe era coisa de outro mundo. Difícil até de explicar. A nossa festa de um ano na Arena Yamada pra quase 7 mil pessoas com Marky e Xerxes e toda a crew da Bassemotion e convidados foi histórica. A 3ª edição da Bassemotion em São Paulo, na qual trouxemos pela primeira vez ao Brasil o projeto Distorted Mind, foi incrível. E não posso deixar de citar as festas semanais da Lithium que foram especiais pra muita gente.
Teve algum momento mais difícil também?
Sim. Fizemos uma edição na Mystical em que trouxemos o DJ set do Speed, baixista do Pendulum, famosa banda inglesa de drum’n'bass e breakbeat. A casa cheia e no auge do set do cara, a luz da boate inteira foi desligada. Lembro que eu estava na pista dançando na hora que ele tocou “Fasten your Seatbelts” e, de repente, todas as luzes se apagam. Não acreditei. Sai correndo até a porta da boate e dei de cara com uma viatura da polícia com um pedido para encerrar a festa, pois já passava das 4 da manhã e nessa época alguém tinha criado essa lei. Até tentei ganhar mais 1 hora, mas não rolou. Difícil foi conter o público com isso.
Depois da explosão, o d’n’b foi perdendo espaço nas festas. O que você acha que aconteceu com a cena de drum’n’bass no Brasil?
A cena de drum’n’bass no Brasil com certeza não tem mais a força que tinha, e isso se dá por diversos motivos. Os clubs pararam de apostar no estilo pelo fato de outro estilo estar mais em evidência, pelo boom das festas raves com psy trance que hoje também já não tem o mesmo peso de antigamente. Isso faz com que nós produtores percamos um pouco a força por mais que nunca deixamos de continuar. Em Belém o que aconteceu foi que a cena eletrônica cresceu como normalmente seria e tudo ficou segmentado. Hoje, pode-se dizer que tem a galera que gosta de ouvir drum’n’bass, outros que gostam de ouvir trance, outros de house, enfim, tem público pra tudo e o comercial, infelizmente, hoje abraçou um número maior de gente. São poucas as pessoas hoje que saem pra se divertir pela música, pra ouvir música, pra ouvir o DJ. Mas o que eu acho é que isso não é culpa somente do público, os promoters e realizadores tem sim uma grande parcela de culpa por só pensarem no bolso e prejudicar quem está há anos ralando.
Sete músicas que são a cara desses sete anos?
Pergunta mais difícil, mas vamos lá.Vou fazer um top 7 das leves e pesadas, ok? Sem ordem.
Leves:
Goldie – Inner city life
Jahiem – Put that woman first (Calibre Remix)
Nu:Tone – Spread Love
Makoto – Time
Marcus Intalex – How you make me feel
Patife – Overjoyed
Marky & Xrs – Lk
Pesadas:
Distorted Minds – T-10
Pendulum – Vault
Nu:Tone – Work
Zinc – Flim (Calibre Remix)
The Fugees – Ready or not (Zinc remix)
Hazard – Ready for this
Sonic and Silver – Rocket Launcher
Além dessa festa comemorativa, há chance de termos outras edições da Bassemotion em breve?
Eu já queria voltar com a Bassemotion há tempos. Acho que essa festa de 7 anos vai ser o pontapé inicial, com certeza. Aliás, muita coisa legal está por vir com a reabertura do club Groove Me. Assim, a Bassemotion terá uma casa legal pra residir.
SERVIÇO
7 anos de Bassemotion
QUANDO: Terça 1/11
ONDE: Studio Pub (Presidente Pernambuco, 277, entre Arcipreste e Gentil)
QUANTO: R$10 até meia-noite, depois R$20
Sete anos de Bassemotion
O primeiro projeto genuinamente voltado para o drum’n’bass em Belém completa louváveis sete anos. Sim, amigos. Lá se vão sete anos em que a Bassemotion fazia a percussão forte e as batidas quebradas terem espaço na noite da cidade. Para celebrar o feito, uma festa no próximo dia 01 de novembro vai botar todo mundo para dançar no Studio Pub.
Idealizada pelos amigos Bernardo Pinheiro, Greg (Marcelo Batista), Giovanni Bitencourt, Bené (Benedicto Holanda), Killex (Alessandro Bahia) e Rodrigo Sade, a Bassemotion logo se tornou o maior núcleo de drum’n'bass e breakbeat do norte do país.
O projeto reuniu em suas festas grandes nomes do d’n’b paraense e nacional, sendo um grande fomentador do estilo.
Além das inesquecíveis noites na Lithium, a Bassemotion foi responsável por trazer nomes como Pendulum,Distorted Minds, Marky, Xerxes e Chris DB a se apresentarem na cidade.
Na festa de comemoração, um super sound system promete fazer a casa tremer ao som dos DJs Gio, Emir, Henrique Bueno, Bernardo Pinheiro, Robin e Coyote.
Não perde!!
Servição Se Rasgum. Saiba quem é quem no festival
O V Festival Se Rasgum dá a largada nesta sexta (12.11), no Hangar, com pencas de boas atrações e mais de dez horas de música. O festival rola até domingo (14), já no African Bar, com mais de 25 shows no palco principal.
O line-up é extenso e animado, cheio de atrações inéditas como Otto, Cidadão Instigado, Emicida e Graforréia Xilarmônica e sons que vão do indie rock ao brega.
Para você não se perder, a gente prepara um quem-é-quem com as atrações e destaques dos três dias do evento e o que esperar de cada uma das apresentações.
Sexta – 12.11 – Hangar
André Abujamra (SP)
Lançou este ano “Mafaro”, seu terceiro CD solo, no qual mistura influências que vão do reggae ao som dos Bálcãs. A mistura, aliás, marcou toda a carreira de Abujamra – que desde os anos 80 tocou em bandas como Os Mulheres Negras e Karnak. No show de “Mafaro”, apresentado em outras capitais, Abujamra é acompanhado de dez músicos (cinco sopros, baixo, bateria, duas guitarras e percussão), e um computador cheio de programações. Além disso, quatro telões mostram filmes produzidos por Abujamra.
Felipe Cordeiro (PA)
Fuleiragens do Alípio Martins, canções da vanguarda paulista dos anos ’80 de Arrigo Barnab, lambada, brega e arranjos inusitados de músicas do Arnaldo Batista, Jorge Ben e Moraes Moreira devem fazer parte do repertório do show de Felipe Cordeiro no Se Rasgum. Em fase de pré-produção de seu CD “Kitsch Pop Cult”, o músico sobe ao palco acompanhado dos “Astros do Século”, como são chamados os integrantes Leo Chermont (guitarra), Maurício Panzera (baixo), Arthur Kunz (bateria), Adelaide Tereza e Luiza Braga (vocais).
Dona Onete (PA)
Dona Onete já se apresentou no Se Rasgum e em outros estados brasileiros ao lado do Coletivo Rádio Cipó. Dessa vez ela subirá ao palco para cantar músicas de seu novo trabalho, uma compilação de “boleros chamegos”, como ela mesma denominou.
The Hell’s Kitchen Project (MG)
A primeira pergunta que qualquer um se faz quando vê o The Hell’s Kitchen Project ao vivo é “cadê a guitarra?”. O grupo mineiro cria suas músicas usando apenas baixo, bateria e vocal. A estranheza inicial pela formação inusitada da banda costuma dar lugar a outra surpresa, quando se percebe que o som da Hell’s, como é carinhosamente chamada pelos fãs, é extremamente dançante.
DJs Marcelinho da Lua (RJ), Pedro D’eyrot (Bonde do Rolê (PR), Patrick Tor4 e Meachuta
Depois do quente show do Bonde do Rolê no festival do ano passado, Pedro D’eyrot volta ao Se Rasgum para mostrar seu lado DJ. Em seus sets ele costuma tocar aquelas musicas que você adora ouvir, mas que ninguém tem coragem de tocar. É diversão garantida. Representando o time dos DJs em também Marcelinho da Lua, que surpreende ao mesclar diversos gêneros da MPB a bases eletrônicas incomuns. Completam o time os ritmos calientes do DJs Patrick Tor4, o cara por trás do Baile Tropical, e os DJs Mau Vianna e Yuri, da Meachuta, uma das festas mais bacanas da cidade e que sempre leva a pista à loucura.
Sábado – 13.11 – African
Otto (PE)
Pela primeira vez em Belém, o pernambucano Otto se apresenta na segunda noite do festival, no African Bar, e é uma das atrações mais esperadas. Vindo do mangue-beat recifense, o músico é conhecido pela batida eletrônica aliada a ritmos genuinamente brasileiros, como o samba e as batucadas de roda de candomblé. Vivendo uma boa fase na carreira, Otto lançou ano passado o álbum “Certa manhã acordei de sonhos intranqüilos” e arrebatou elogios acalorados da crítica nacional e estrangeira. O show já concorreu a melhor do ano em diversas premiações do país.
Félix e Los Carozos (PA)
Félix e Los Carozos flertam com a cúmbia e o carimbó, levando ao palco diversas participações especiais, como Pro.efx e Gaby Amarantos.
Cidadão Instigado (CE/SP)
Liderada pelo guitarrista e vocalista Fernando Catatau, a banda Cidadão Instigado é sempre um deleite ver ao vivo. O grupo tornou-se conhecido ao misturar jovem guarda com elementos da música brega e psicodelismo, como no elogiado disco “Uhuuu!”, lançado no ano passado.
Nelsinho Rodrigues (PA)
Nelsinho Rodrigues e sua baladeira representam o grande momento do flashbrega paraense em uma das apresentações mais surpreendentes do Festival Se Rasgum. Sei de um monte de gente que está a fim de assistir.
Odair José (SP) + Dead Lover’s Twisted Heart (MG)
O rei bregamântico e gênio criador de dezenas de hits populares (“Eu vou tirar você deste lugar”, “Eu, você e a praça” e “Cadê você”, entre outros), o goiano Odair José se apresenta ao lado dos mineiros do Dead Lover’s Twisted Heart, já conhecidos do público paraense desde a última edição do Se Rasgum.
Graforréia Xilarmônica (RS)
A banda gaúcha Graforréia Xilarmônica desde o final dos anos 80 vem conquistando fãs Brasil afora, dentro da cena alternativa, com sua mistura de jovem guarda, milonga, temas regionais e punk. Parece uma fórmula fácil, mas não é. Comendo pelas bordas do pop-rock nacional, a Graforréia deve tocar “hits” como “Amigo Punk”, “Eu” (regravada pelo Pato Fu) e “Empregada” (conhecida na voz de Wander Wildner).
Cabruêra (PB)
Eles lançaram este ano o quarto disco de estúdio, “Viagem”. Com 10 anos de estrada, o grupo é conhecido na gringa, carregando em sua carreira passagens por festivais na Inglaterra, Dinamarca, Itália, República Tcheca, Alemanha, França, Holanda, Bélgica, Suíça e Portugal.
Lê Almeida (RJ)
O carioca Lê Almeida faz um rock pegajoso, que dá vontade de apertar a tecla “repeat”. “Nunca Nunca”, seu último trabalho, foi gravado em seu quarto mesmo. Dá pra ouvir no www.myspace.com/lealmeida.
Soatá (DF)
Banda brasiliense mas com raizes paraenses, a Soatá mistura ritmos como carimbó, lundu e siriá são fundidos à guitarra do rock, além do funk, reggae e hip-hop.
Dharma Burns (PA)
Uma das vencedoras das Seletivas Se Rasgum, a Dharma Burns faz um som brit pop, rock dos anos 60 e 70 e indie rock.
Mostarda na Lagarta (PA)
Na tentativa de passar pela peneira do Se Rasgum desde 2008, o quarteto formado por Nelinho, Thiago Minhoca, Lúcio Del Rey, Dan Bordallo e André Moicano finalmente conseguiu seu espaço ao sol e se apresenta sábado no festival. Suas músicas são bem-humoradas e as apresentações escrachadas. A gente indica.
Laboratório de Música Paraense (Sábado – 13.11)
19h Clepsidra
Composta por Renato Torres, Maurício Panzera e Arthur Kunz, as músicas do Clepsidra têm muita influência do experimentalismo e da Tropicália.
20h V.N – (Vida Noturna)
Grupo de rap amazonida.
21h DJ Pro.Efx
Produtor musical, musico e DJ com base musical influenciada na cultura jamaicana, produz desde 1998 uma vertente da musica eletrônica baseada na mistura entre jungle (estilo musical eletrônico que deu origem ao drum n’ bass atual) e o ragga (estilo vocal jamaicano que mistura a levada do reggae e do rap usado no dancehall).
22h Mestre Juvenal
Os primeiros contatos do mestre com o carimbó foram na década de 70, onde se apaixonou pelo estilo e desde então passou a se dedicar ao ritmo paraense. Mestre Juvenal é conhecido pela peculiariedade e simplicidade nas canções autorais.
23h Machines Of Shiva
Projeto de psytrance formado atualmente pelos DJs Henry e Felipe Proença que mistura música eletrônica e riffs de guitarras super dançantes. Os produtores têm tanta experiência de pista que a apresentação ao vivo do Machines é sempre incrível.
00h DJ Zenildo (Brasilândia)
O piloto do Calhambeque da Saudade, DJ Zenildo vai mostrar de onde veio o tecnobrega, o carimbó e as guitarradas. Pra quem quer saber como eram as festas de aparelhagem nos anos 70.
01h Cocota de Ortega
Banda que criou o estilo “carimbó-reggae-beach” resgatando as raízes e dando nova roupagem a este patrimônio da musica paraense.
Domingo – 14.11 – African
The Slackers (EUA)
Os nova-iorquinos do The Slackers se apegaram às raízes do ska e recuperaram o som seco e cheio de ecos dos estúdios jamaicanos. É o tempero gringo do festival.
Madame Saatan (PA)
A volta à terra natal depois de mais de um ano longe, promete levar muita gente pro show do Madame Saatan.
Los Porongas (AC) + Dado Villa-Lobos (RJ)
Responsáveis por colocar a cena de rock nativa do Acre no mapa, o Los Porongas faz show com seu parceiro de estrada e de outros festivais Dado Villa-Lobos. Juntos, eles deve tocar músicas dos Los Porongas e da extinta Legião Urbana.
Pio Lobato (PA)
Consagrado na cena nacional, Pio Lobato segue destilando a guitarrada que ajudou a redescobrir.
Emicida (SP)
Com um talento raro para criar rimas cortantes, criativas, bem-humoradas, o jovem Emicida tornou-se uma das revelações da música feita no Brasil (e do rap em particular) nos últimos anos. No show, deve ser acompanhado apenas por um DJ, a formação básica e clássica do rap. Vale a pena.
Graveola e o Lixo Polifônico (MG)
Boa banda que mistura à voz e ao violão instrumentos de brinquedo e utensílios domésticos. Com referências dos mais variados gêneros, desde clássicos da grande música brasileira a fragmentos da cultura pop, a banda tem canções que oscilam entre o lirismo e o deboche.
Delinquentes (PA)
Do alto dos seus 25 anos de estrada, os veteranos do Delinquentes voltam ao palco do Se Rasgum para mostrar seu punk-rock.
Bruno B.O (PA)
Candomblecista e simpatizante da filosofia rastafari, o MC faz experimentações musicais com o reggae e suas variações (Dub, Roots, New Roots, Ragga e Dancehall).
Dubalizer (SP)
Crossover de reggae/dub e das mais váriadas vertentes da música eletrônica, aliados ao groove percussivo da música afro brasileira fazem a viagem sonora com texturas psicodélicas, batidas envolventes e baixos pesados do Dubalizer.
Projeto Secreto Macacos (PA)
Outra vencedora das Seletivas, o Projeto é uma banda instrumental que aposta na mistura de estilos sem abrir mão do rock como base. Experimentalismo que ressoa em microfonia, noise, acordes alterados.
Paris Rock (PA)
Uma das mais bem votadas pelo público nas Seletivas, a Paris Rock tem entre as referências Moptop, Los Hermanos, Jovem Guarda, samba rock e flash brega. A banda já atravessa as fronteiras do estado e se apresenta em festivais pelo país.
Laboratório de Música Paraense (Domingo – 14.11)
19h DJ João Brasil (Link Belém/Londres)
O rei dos mash up mistura Caetano Veloso e Guinga com Calypso e Mr. Catra. Ele faz uma apresentação ao vivo de Londres.
20h Árvore Ar
Questão ambiental, costumes do meio em que vivemos, a Amazônia,dando visibilidade através da música fazem parte do repertório deste grupo de Ananindeua.. Também há o cuidado de preservar e dar continuidade ao resgate dos ritmos amazônicos, como carimbó, lundu e guitarrada.
21h DJs BemBom
Formado por Geraldo Nogueira e Mari Jares, o BemBom é um dos melhores representantes da nova geração de DJs da cidade. Com boa base musical, eles conseguem animar a pistas de várias festas da cidade.
22h Juliana Sinimbú + Aíla Magalhães + Arthur Nogueira
Os cantores se reúnem no projeto Bandália para tocar, de maneira despretensiosa, e revelar influências em comum e celebrar a música autoral.
23h DJs Bernardo (Bassemotion) / Albery (Tuntz)
Bernardo e Albery sempre foram grandes incentivadores da cena eletrônica local. Através das festas Bassemotion e Tuntz trouxeram grandes nomes da e-music para tocar na cidade. Bernardo, atualmente, ainda toca no Baile Tropical, festa que traz a tendência do guetotech, que reúne batidas dançantes das periferias do mundo.
00h Yeman Jah Roots
Formada em Castanhal, a banda tem como base o reggae roots em suas apresentações.
01h DJ Waldo Squash, Maderito e Gang do Eletro
Pra fechar o festival e colocar que ainda tiver pique pra dançar, tem os representantes eletromelody, uma mistura do tecno-melody (variação mais melódica do tecnobrega) com as bases da dance music européia.
#musicmonday: Set de clássicos do DJ Coyote
O DJ Coyote sempre foi referência quando o assunto é drum’n’bass por aqui. Com uma vasta bagagem musical, suas apresentações e sets sempre são aguardados nas festas de música eletrônica. Ele disponibilizou um set com clássicos e hits que embalavam as pistas. Pra quem frequentava a Bassemotion, boas lembranças. Pra baixar o set matador é só clicar aqui.
Fosfosol: A festa de dois anos da Bassemotion
Em agosto de 2005, o núcleo de drum’n’bass e break Bassemotion completou dois anos e realizou uma puta festa na finada Zeppelin Clube. A festa lotou e reuniu gente “das antigas” e os iniciados em música eletrônica, que naquele ano bombava em Belém.
A vibe da festa tava incrível e o flyer é histórico, para colecionar mesmo. Reunia fotinhos de alguns momentos, festas e personagens da Bassemotion. O legal era reconhecer quem era quem em cada uma das fotos.
O top DJ Xerxes foi a atração principal da noite, com um set incrível. Entre os locais, tocaram por lá os DJs Giovanni, Emir, Desaix, Albery, Benjamin, Bernardo, Coyote, Felipe Proença e Henry T.
As estrelas, que faziam parte da decoração, foram levadas por alguns como lembrança daquela noite.
Pena não ter muitas registros da festa. =(
O Drum’n'Bass Não Morreu

Flyer da festa de dois anos da Bassemotion, festa pioneira em Drum’n'bass em Belém
Então, o drum’n’bass, que estava fazendo hora extra na Terra, bateu as botas, decretaram alguns.
Só faltou avisar às dezenas de pessoas que foram assistir a apresentação do duo Drumagick no último final de semana das férias, em Salinas; faltou avisar ao público que curtiu o set do DJ Bernardo nas festas Hype; faltou avisar ao público que foi ao delírio com o set oldschool de Bernardo e Albery – elegendo-o como melhor – na última TUNTZ; faltou avisar a Fabio e Grooverider, ingleses que estão firmes e fortes aos sábados à noite comandando programa de d+b na Radio 1 (www.bbc.co.uk/radio1/), hoje a rádio pop mais importante do planeta; faltou avisar ao trio australiano Pendulum, que mistura d+b com rock; faltou….
Talvez a sensação de que o drum’n’bass estivesse moribundo tenha vindo do fato de o gênero ter sido adotado maciçamente, no Brasil. Com a desgastada fórmula dnb + bossa nova/samba, tocou a exaustão nas rádios, desfiles de moda e “festas bombadas” país afora. Entrou em trilha sonora de novela e levou os DJs Marky e Xerxes ao 17º lugar da parada inglesa de singles (com o hit “Carolina Carol Bela”) e foi responsável por afastar o público das festas. Hoje não existe nenhum hit poderoso como Carolina Carol Bela. Mas não é por isso que o drum’n’bass acabou.
O público de d+b é mais exigente do que o público médio da dance music. E, além de tocar músicas novas, frescas, devem dar espetáculo – um bom DJ de d+b não se contenta apenas em deixar uma faixa rolando; deve desconstruí-la, colocar efeitos, fazer scratches; tudo isso sem deixar cair o ritmo da pista.
Atualmente os DJs buscam a renovação do gênero, flertando com sonoridades experimentais em busca da reinvenção após o sucesso do passado. Voltaram com força as misturas com reggae e rock, além de outras com levada de funk e da soul music.
Por fim, o d+b não apenas não morreu como está em todo lugar; nos remixes roqueiros do High Contrast, no grime e Lady Sovereign, no pop da Lily Allen…
Shiny Hype People
Última segunda de julho, e a HYPE ainda te faz dançar até esquecer o fim das férias!
Chega cedo pra curtir a última HYPE de Julho. 21h já ta começando a mais nova festa da cidade com os DJs BemBom, Bulhufas, Frica, Tuntz e Bassemotion. A festa rola no bar Relicário.
A intenção é que a festa possa durar mais que o verão e acontecer em um novo dia da semana, no segundo semestre. Vamos torcer!
Mais infos, fotos e músicas: http://festahype.tumblr.com/
Hype Mondays!
Tuntz, Bassemotion, Bulhufas, Frica e DJs BemBom tocando juntos em um só lugar. Assim é a Hype, festa que reune algumas das festas e DJs mais legais da cidade, e tem atraido gente bacana toda segunda de julho, no bar Relicário. Se você ainda não foi, aproveita que essa segunda tem mais. O Relicário que fica na Tv. Benjamin Constant, 1321. Bairro Nazaré. Mais fotos da festa aqui.
Hype Mondays
Mais festas para quem vai ficar na cidade durante o mês de julho. Além da Qboa Discografia, toda terça no Café com Arte e da Te Comporta Menina, as quintas, no Palafita, surge mais uma opção: a Hype. Todas as segundas de julho os DJs BemBom, Bulhufas, Bassemotion, TUNTZ e Frica se reúnem pra tocar no Relicário. A primeira festa acontece hoje e todo mundo é VIP, não paga nada pra entrar. Tudo a partir das 22 horas. Chegue cedo para não ficar de fora.


















