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Fosfosol: Quem dançou nas festas do Eletrolounge?

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O início da cena eletrônica em Belém contou com a iniciativa e o esforço de vários projetos que, sem patrocínio e sem o apoio da grande mídia, movimentavam a noite da cidade. O Eletrolounge foi um dos projetos mais bacanas que presenciei na cidade. Dancei em ótimas e inesquecíveis festas que mantinham acesa essência da cultura underground.

Com a proposta mesclar música eletrônica com ritmos regionais, como o Carimbó, por exemplo, o projeto defendia a idéia de que nem só de bate-estaca é vive a cultura da música eletrônica. Por isso, em todos os eventos com a assinatura do Eletrolounge havia palestras, exposições, mercado mix…

Outra característica da festa era a de aproveitar espaços alternativos de Belém, como as históricas festas no Solar da Beira, bem no meio do Ver-o-Peso, ou na Aldeia Amazônica, local onde rolou a festa de um ano do Eletrolounge e que contou com a presença do DJ Julian Liberator, um dos grandes nomes do techno mundial.

Além de Liberator, outros nomes importantes vieram tocar na cidade graças ao Eletrolounge, como Ana Pet, do Pet

Duo, DJ Will e Camilo Rocha, que tocou pela primeira vez na cidade. Rocha chegou a escrever na época: “Fui tocar no Norte, Manaus e Belém, recentemente e achei que o potencial por ali enorme. As pessoas estão empolgadas, bem mais antenadas do que o preconceito sulista pode supor, e famintas pelo novo movimento, muito a fim de fazer parte da grande rede nacional que se forma em torno de DJs, produtores, baladas e boa música digital. (…)

Belém já tem mais sorte ao contar com uma trâfego cultural alternativo estabelecido. Mas a carência na área eletrônica persiste: fui o primeiro DJ de fora da cidade a tocar lá desde 99, quando foi Renato Lopes. A festa, do núcleo Eletrolounge, num casarão tombado no meio do tradicional mercado do Ver-O-Peso, foi até seis e meia da manhã (recorde para a cidade, segundo me contaram). Pois é, Belém viu o peso e adorou.

Impossível falar de Belém e não falar do pessoal do Cotonete, pioneiro em fazer festas na cidade e promover a cultura eletrônica. Até pouco tinham um ótimo programa de rádio, que infelizmente acaba de ser limado pela FM hospedeira. Benjamin Ferreira, DJ do Cotonete, é um dos maiores conhecedores de música (dos anos 70 até hoje) com quem trombei nos últimos tempos.

O pessoal movimentando as coisas nessas cidades abraçou a causa de verdade. Claro que gostariam de viver disso, mas por enquanto é impossível, já que se batalha contra ignorância, preconceito e falta de verba, entre outros obstáculos. Estão fazendo tudo por amor mesmo.”

Fosfosol: Hartmut Kiss e Christian Fischer em festa do Cotonete

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Em setembro de 2002, os DJs alemães Hartmut Kiss e Christian Fischer foram as atrações do projeto Aerólito, que o coletivo Cotonete realizava na cidade oferecendo ao público Techno.

Essa foi a primeira vez que DJs internacionais tocavam em Belém, que crescia sua cena eletrônica.

Abaixo, um texto da Jamille Pinheiro publicado no Rraurl contando um pouco da festa:

 

O  último evento do Cotonete, grupo que desde 1999 divulga a música eletrônica em Belém, rolou no dia 14 de setembro e lotou o Zeppelin Club. Foi mais uma edição do projeto Aerolito, que esporadicamente oferece aos paraenses a oportunidade de ouvir bom techno e hard techno.

Benjamin, DJ residente do Cotonete, abriu a festa na pista principal para os convidados da noite, os sempre simpáticos DJs Hartmut Kiss e Christian Fischer, de Leipzig, Alemanha. Os DJs Ricardo Moebius e Emanoel Junior cuidaram do lounge – downtempo, house e vertentes.

A apresentação dos alemães rolou dentro da turnê Global Control. O nome da turnê é esse por causa do Global Control EP, um dos próximos EPs do selo de Christian Fischer. Pra quem ainda não sabe, o nome do selo é Definition, lança produções de nomes como Ade Fenton, Slobodan, Asem Shama, Thomas P. Heckmann e Rino Cerrone, e já freqüenta cases de brasileiros como Murphy, Ana & David, Spiceee e Renato Lopes. Aqui no Brasil, a Global Control tour passou também pelo Rio (Friendship) e por São Paulo (Circuito, The Club e A Lôca).

Foi a primeira vez que Belém recebeu DJs gringos, portanto a recepção do público e da imprensa em geral foi bastante calorosa e entusiasmada. Os alemães também visitaram a Rádio Jovem Pan Belém, para entrevista e transmissão de sets. Foi em Belém, inclusive, que Christian e Hartmut ganharam uma bandeira do Brasil, que foi assinada pelo público e pelos amigos que Christian e Hartmut foram encontrando pelo caminho em todas as cidades brasileiras que visitaram. Belém é mais uma cidade brasileira com uma cena caminhando à consolidação! 

ApoCalypso Now

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Ritmos quentes e corpos suados se encontram nesta sexta (11.03) na 15ª edição do Baile Tropical. A festa que têm conectado os pontos em comum dos guetos plugados na era livre/digital em sets especiais e lives inusitados acontece desta vez no Bar Fuxico (Rui Barbosa esquina com a Mundurucus).

O caldeirão musical de latinidades, grooves e excentricidades deliciosamente fuleiras terá como convidado especial o DJ Benjamin Ferreira (Cotonete), um dos pioneiros na divulgação da música eletrônica no norte do país.

Benjamin (e nós também) já vem querendo tocar no Baile Tropical há tempos. Então se prepara para um set especial.

A noite ainda terá um dos residentes e idealizadores da festa, o DJ Bernardo Pinheiro (fulero grooves), e os DJs Se Rasgum Damaso (rockada e pipiragens) e Arêde (bagaceira e motelmusic).

 

SERVIÇO

Baile Tropical #15

QUANDO: Sexta 11/03

ONDE: Bar Fuxico – Rui Barbosa esquina com a Mundurucus

HORA: A partir das 22h

QUNTO: R$10 com nome na lista: www.festabelem.com.br/bailetropical

Festa SÓ80 comemora meia década neste sábado

Cópia de so802 Festa SÓ80 comemora meia década neste sábado

Anote na agenda: no próximo dia 22 de janeiro, uma das festas mais tradicionais da cidade sopra velinhas. A SÓ80 comemora cinco anos e para a celebração de aniversário vai rolar uma big party na Vogue Club (Av. Avenida Senador Lemos, 175).

A festa, que acontece uma vez por mês, em diferentes boates da cidade, revive sucessos das pistas que marcaram a vida noturna de Belém e do mundo nos anos 80.

Tendo à frente o DJ Fábio Miranda, um dos pioneiros da cena eletrônica de Belém, que já pertenceu ao Coletivo Cotonete e foi um dos fundadores do núcleo Factory, a SÓ80 iniciou em 2006 e desde então não parou mais, passando por diversas casas noturnas de Belém. Além da festa, a SÒ80 é também um programa na Rádio Rauland FM, que vai ao ar de segunda à sexta, às 16h, e aos sábados a partir das 18h.

Na festa de aniversário hits do synth pop, new romantic, house classics e do movimento new wave da década de 80 como Human League, New Order, The Smiths, Depeche Mode, Pet Shop Boys…

Pode começar a contagem regressiva pra festa!

Fosfosol: Belém Vivo Mix

img0012 300x212 Fosfosol: Belém Vivo MixModa, música eletrônica e cultura underground fizeram parte do Belém Vivo Mix, um projeto em forma de mercado pop que rolou em abril de 2001, no Genesis Club (ali na 28 de setembro, onde é hoje o bar Santa Gelada).

Cultura jovem, sexualidade e estética deram o tom o projeto que tinha o comando do publicitário Alexandre Baena, que mantinha a revista virtual Belém Vivo com a escritora Graziela Ribeiro.

O Belém Vivo teve no som os DJs Benjamin Ferreira e Michelli Byanka, do Coletivo Cotonete. A Jamille Pinheiro chegou a escrever na época: “comédia o povo comendo sushi ao som de aural exciter, mike humphries + glenn wilson (punish). cena beeem inusitada! Nossa maior alegria dentro de eventos dessa natureza é de levar o verdadeiro sentido da cultura eletrônica underground, já que esta de certa maneira foi massificada, e frequentemente chega até o grande público banalizada”.

10 anos na pista! Festa do Cotonete emociona

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Foi tudo. Inesquecível a festa de dez anos do Cotonete, ontem (11.10), no Studio Pub. Quem fez parte desses 10 anos não pôde deixar de se emocionar. Afinal, quem diria que eles chegariam a essa marca? – ainda mais em Belém, onde boates e festas nascem e desaparecem de tempos em tempos…

Começa a noite e um susto: o som falhou no final da apresentação do DJ Fábio Miranda. Alguns minutos depois tudo resolvido e povo volta pra pista pra ver a apresentação do BemBom, da Mari e do Geraldo, ótimos representantes da nova safra de DJs da cidade. Quando tocaram o “hino” Vogue o público foi ao delírio.

Divertido também foi o povo brincando de #há10anos…comentando que não se vestia assim ou não tinha essa barriga ou tinha mais cabelo ou tinha mais pique pra dançar…kkkkkkkkkk Legal também foi ver o povo de outros coletivos e produtoras que ajudaram a crescer a cena local e atualmente movimentam e empurram a noite de Belém pra frente.

Na sequência do BemBom, teve uma grande apresentação do DJ Bernardo. Cheio de hits e clássicos que muitos ali dançaram, ajudados pelas imagens desses 10 anos, entre fotos e reportagens, projetadas no telão comandado pelo VJ Rodrigo Sabbá, deixou muita gente com lágrimas nos olhos.

Quando o DJ Benjamin assumiu as pick-ups a pista já estava quente e querendo mais. Todo mundo que estava em frente ao palco também quis fazer parte desse momento e subiu ao palco. Benjamin mostrou sim porque é apontado como um dos DJs revelações do país e motivo de orgulho não só para nós que somos seus amigos, mas também para todos os outros DJs locais que o acompanharam nesses dez anos.

Se no começo do Cotonete havia muito desdém contra uma cultura club e a uma geração acusada de curtir música sem letra, sem manifesto, dez anos depois a gente pode parabenizar – e agradecer – o coletivo pelos serviços prestados às boas pistas de dança da cidade.

 

* PS: Não vou me ater a falar do drama que foi a saída, de não quererem vender mais bebida depois das 4 horas, da organização do Studio Pub ter cobrado R$ 20 de ingresso pra quem chegou depois da meia-noite, mesmo com nome na lista.

DJ Benjamin Ferreira lembra dos momentos mais bacanas nesses 10 anos de Cotonete

benj 300x167 DJ Benjamin Ferreira lembra dos momentos mais bacanas nesses 10 anos de Cotonete

Ao lado de Jamille Pinheiro, Samia Batista e Michelli Byanka, o DJ Benjamin Ferreira foi um dos fundadores do Coletivo Cotonete, pioneiros na produção de festas de música eletrônica que entrariam para a história da noite de Belém.

O DJ, que atualmente mora em São Paulo, tem se destacado cada vez mais. Foi sendo apontado como revelação pelas revistas DJ Mag e Vip, abriu pro Derrick Carter, tocou com Ashley Beedle em Londres…

A gente aproveitou pra conversar com o Benjamin e relembrar momentos mais bacanas desses 10 anos de Cotonete.

A festa para comemorar 10 anos de atividade noturna do coletivo acontece nesta segunda (11.10), no Studio Pub.

 

 

Então, dez anos!! Imaginou que o Cotonete chegaria a essa marca?

Não, não mesmo! (risos) Na verdade, a gente nunca deu um fim ao Cotonete, mas há muito tempo não rolava a ideia de fazer uma festa, já que parte do grupo não mora mais em Belém e todos nós acabamos nos envolvendo com outros projetos – mestrados, empregos, casamentos, etc. Só que como completamos em maio 10 anos, resolvemos comemorar o aniversário na época do Círio, que reúne vários amigos que não estão mais na cidade e ainda tem o feriado facilitando. Não havia oportunidade melhor pra essa comemoração.

 

 

Qual tu achas que foi a grande contribuição do Cotonete para a cena da cidade nesse tempo?

Em primeiro lugar, as amizades que surgiram através de tudo que a gente fez. Desde as primeiras festas, os fanzines, o programa de rádio, a lista de discussão na internet, absolutamente tudo que a gente fez nos deu a oportunidade de conhecer gente maravilhosa com quem temos contato até hoje – em Belém, no Brasil e até mesmo no exterior. Isso mostra o poder da música, o que a tia Madonna canta e que é a mais pura verdade: “Music makes the people come together!”

Além disso, eu também destacaria o fato de que tocávamos tanta coisa que antes não se imaginaria tocando em Belém – desde faixas experimentais como Akufen “Deck The House”, passando por coisa sofisticadas como Irfane “Just A Little Lovin’”, engraçadas como DJ Rush “Motherfuckin’ Bass”, barulhentas como Alter Ego “Rocker”, e essas faixas (além de muitas outras) viraram hits absolutos nas nossas noites. A nossa preocupação com a música nunca transformou nossas noites em festivais de carão e arrogância, mas essa preocupação jamais foi deixada de lado, a música sempre foi o mais importante.

 

 

Quis tuas melhores lembranças desses 10 anos? Os momentos mais históricos, de orgulho, divertidos…

Eu passava o ano todo pesquisando seriamente, levando muito a sério a música que eu tocava, mas entre 2001 e 2005 resolvi escolher um dia no ano para chutar o pau e tocar bagaceiras, e esse dia era o meu aniversário. Todas as edições foram hilárias, mas destaco a primeira, no Bangalô, onde dancei “Memories” da Barbra Streisand vestido de Romeu com a Ilana (qual era o sobrenome que ela usava mesmo?) vestida de noiva! E também a de 2004, na Lithium, com o Nielson apresentando o concurso de Rainha das Rainhas, merecidamente vencido pela Lorena. Ah, o Isaac usando o colar da Simone interativa no aniversário de 2005 também foi something to remember. E também a série de festas no Art Rock Café em 2001, quando a nossa festa fechou a esquina da 28 de setembro com a Quintino e os motoristas, em vez de buzinar e reclamar, colocavam o braço pra fora e apertavam as mãos de quem dançava no meio da rua ao som que misturava techno alemão loopadão e underground a clássicos como “I Feel Love”, da Donna Summer. Parecia comercial de disk-amizade, inacreditável! hahahaha! Teve também a festa no Quem São Eles com a escola de samba… Foram tantos!

 

Teve algum momento mais drama também?

Sim. Um deles foi quando precisei vender meus toca-discos para pagar dívidas de uma festa que não deu certo, e outros membros do grupo também tiraram dinheiro do bolso pra ajudar a pagar as dívidas.

 

Quais músicas são a cara desses 10 anos de Cotonete?

A lista é imensa! Fiz dois sets com várias dessas músicas

http://soundcloud.com/benjaminferreira/coletivocotoneteclassicspart1 e http://soundcloud.com/benjaminferreira/coletivocotoneteclassicspart2

mas eu destacaria, com muita dificuldade, cinco:

- DJ Rush “Motherfuckin’ Bass”

- Blaze “My Beat” (Derrick Carter Remix)

- Tomaz vs. Filterheadz “Sunshine”

- Monika Kruse “Latin Lovers”

- Giorgio Moroder “Chase”

 

 

Sempre que vens a Belém acabas tocando em uma ou outra festa. Como é voltar a tocar na cidade mesmo depois de ter conquistado teu espaço e destaque no sul do país?

Dependendo da festa e do público, pode ser um pouco difícil. Bate um pouco daquela sensação: “Quanta coisa mudou desde a última vez em que toquei aqui? Será que vai dar certo?” Mas normalmente depois de algum tempo a coisa flui. Uma das festas, no entanto, eu destaco por ter sido a mais absurda de todas dessa nova fase: a primeira vez em que toquei depois de eu ter vindo pra Sampa, na Pneumática, projeto das meninas (Samia Batista, Michelli Byanka, Debora Lunna e Adelaide Evangelista), a gente quase derrubou o Amnesia, literalmente – o chão tremia e o povo pulava! Tenho certeza que dia 11 será mais uma noite dessas inesquecíveis, e que muitas outras assim ainda virão!

 

 

 

SERVIÇO

Cotonete 10 anos

QUANDO: Segunda 11/10 (véspera de feriado)

ONDE: Studio Pub – Rua Presidente Pernambuco, 277 – Batista Campos

HORA: Às 21h

QUANTO: R$ 10 (até 00h) com nome na lista de desconto: http://eclete.ca/cotonete

musicmonday: BemBom Podcast#22 – em comemoração aos 10 anos de Coletivo Cotonete

musicmonday 300x252 musicmonday: BemBom Podcast#22   em comemoração aos 10 anos de Coletivo Cotonete 

Em clima de festa de 10 anos do Coletivo Cotonete, o #musicmonday de hoje vai pro Podcast#22 que o BemBom gravou com o DJ e amigo Benjamin Ferreira. Tem Cassius, tem Mylo, tem Tiga, Tem Donna Summer, tem Giorgio Moroder, tem Irfane, tem Kraftwerk, tem Indeep…Tá muuuuuuuuuuuuito bom. Já dá pra ir esquentando pra festa.

Pra baixar aqui.

Parece que foi ontem! Coletivo Cotonete comemora dez anos de vida noturna

cotonete10anos 293x300 Parece que foi ontem! Coletivo Cotonete comemora dez anos de vida noturna

Com muita “música eletrônica de qualidade para limpar seus ouvidos”, o Coletivo Cotonete, pioneiro na produção de festas de música eletrônica em Belém, comemora dez anos de vida noturna com festinha na próxima segunda-feira (11.10), véspera de feriado. A celebração, que acontecerá no Studio Pub, deve reunir desde habitués das festas da época do surgimento do Cotonete até frequentadores das noites produzidas pelos coletivos que dão hoje cara à noite da cidade.

Foi graças às festas do Cotonete que pude ver pela primeira vez DJs como Marky e Renato Cohen tocarem na cidade. Foi nas festas do Cotonete que dancei muito artistas e músicas que não tocavam nas rádios e boates de Belém. Lá também fiz grandes amigos que espero reencontrar nesta comemoração.

O aniversário reunirá nos toca-discos alguns dos integrantes que fizeram a história do grupo. Os fundadores Benjamin Ferreira e Michelli Byanka, além de Jamille Pinheiro e Sâmia Batista, membros da formação inicial que seguiu durante toda a trajetória do Cotonete, serão acompanhados pelos DJs Bernardo Pinheiro (hoje do Baile Tropical), Fábio Miranda (SÓ80), Henry T e Eduardo Coutinho, todos com passagens pelo grupo. Junto a eles, Geraldo Nogueira e Mari Jares, do projeto BemBom, marcarão presença representando os DJs dos coletivos atuais de Belém.

Benjamin, indicado neste ano como revelação pelas revistas VIP e DJ Mag, é um dos destaques do line up. O paraense hoje residente em São Paulo, e acaba de retornar de Londres, onde comandou noites ao lado de Atjazz e Ashley Beedle. DJ há quase quinze anos, Benjamin passou pelas cabines dos melhores clubes de São Paulo, entre os quais D-Edge, Vegas, Pacha e Hot Hot, e lança em breve músicas por selos da Inglaterra e dos Estados Unidos.

No telão, o VJ Rodrigo Sabbá contará um pouco da história do Cotonete através de projeções com fotos, flyers e arquivos do grupo. Sabbá começou a atuar como VJ em festas do Cotonete e não parou mais. De lá pra cá, ficou entre os Top 10 VJ´s brasileiros da Revista House Mag, além de participar de eventos da área, como o Campeonato Mundial da VJ Torna na Hungria, para o qual está de malas prontas.

História – O ano era 1999, mas há pelo menos quatro anos os fundadores do grupo acompanhavam pela internet a cena eletrônica de outras cidades. Em 2000, realizaram a primeira festa do coletivo, no bar La Vaca Flaca. A divulgação era do tipo do it yourself, com flyers e fanzines fotocopiados, prática resgatada do punk dos anos 80.

Sempre cuidadosos com a qualidade e originalidade do projeto, o Cotonete deixou sua marca no cenário paraense com festas históricas como Eco Party, House Nation, Freak Out, Aerolito e Blue Underground.

O coletivo foi responsável por trazer a Belém, pela primeira vez, DJs do peso de Marky, Murphy, Rica Amaral e Renato Cohen, além dos europeus Ade Fenton, Christian Fischer e Hartmut Kiss…  

 

 

 

SERVIÇO

Cotonete 10 anos

QUANDO: Segunda 11/10 (véspera de feriado)

ONDE: Studio Pub – Rua Presidente Pernambuco, 277 – Batista Campos

HORA: Às 21h

QUANTO: R$ 10 (até 00h) com nome na lista de desconto: http://eclete.ca/cotonete

Cotonete festeja 10 anos em outubro

coletivocotonete Cotonete festeja 10 anos em outubro

Pra se agendar desde já. O Coletivo Cotonete festeja seus dez anos de atividade com uma big festa no Studio Pub. A comemoração acontece no dia 11 de outubro, véspera de feriado, e com a cidade movimentadíssima por causa do Círio. A festa promete!!

Pra quem não conhece, o Cotonete foi um dos pioneiros a divulgar e a formar um cenário de música eletrônica de qualidade na cidade.

A festa vai relembrar os velhos tempos mas de olho pra frente! Vamos?